Observação sem Inferências
A proposta do professor de nossa formação
acadêmica em psicologia foi a de fazermos o experimento conhecido como “Caixa
de Skinner” para o aprendizado da teoria sobre o Behaviorismo. Está linha de
pensamento que estuda comportamentos através de mecanismos observáveis,
simples, e que vão ganhando complexidade com
os avanços de seus históricos estudos. O fundador da teoria é J. B.
Watson, mas nós temos o conteúdo relevante de Skinner que trouxe a teoria novos
pressupostos capazes de nos fazer pensar, e atuar diretamente, sobre seres para
obter destes resultados esperados.
O Behaviorismo evoluiu para uma teoria que
difere de outras, pois, nos facilita o aprendizado e observação de animais, e
sua gama de comportamentos, que podem ser esperados e mensurados. Por exemplo,
para a adestração de cães, nos utilizamos de pressupostos do Behaviorismo (dar
petiscos para as realizações de caninos é um tipo de reforço positivo). Neste
trabalho reproduzimos o experimento com o rato. Fizemos fases desta testagem.
No início, uma observação e mensuração de atividades de um gato escolhido
previamente, tudo em grupo de quatro estudantes. Como pedido pelo ministrador
da matéria do curso.
Primeiramente, escolhemos um animal doméstico
para iniciarmos os estudos, este nos auxiliou numa fase, não menos importante,
que é apenas a observação, sem nenhum tipo de interferência no comportamento do
animal. Poderia ser qualquer animal correspondente a sua Filogenética. O animal
do estudo é um gato da raça Maine Coon (grande). Fizemos o melhor possível,
pensando no manejo Ético de um animal doméstico, este possuí uma tutora que faz
parte do grupo.
Em segundo plano, pudemos nos utilizar de um
programa de computador que é capaz de reproduzir o experimento clássico
Skinneriano “Caixa de Skinner” com um rato albino de laboratório. Mas tudo
apenas, digitalmente, porque o estudo e as análises dos estudiosos do
Behaviorismo, estão gravadas na história do cientificismo, e não cabe mais na
atualidade usar um animal vivo para sua análise. Por questões Éticas do manejo
de um ser vivo. Já extraídos tudo que foi possível do estudo. Há um programa de
computador que é capaz de ensinar e pôr em prática toda a gama de artifícios
comportamentais de um rato, animal que possuí um leque de ações já esperadas
diante de sua Ontogenia: “Sniffy Pro”.
Narrativa Descritiva
“Hagrid
Hodor” é um gato branco e marrom, possuí grandes olhos azuis, um pequeno
parafuso dentro da mandíbula (por causa de um acidente, ele passou por uma
cirurgia veterinária), é adotado, foi adquirido de outra família já adulto.
Possuí hábitos simples, como comer, beber água, e passear todo o dia (apenas
durante o dia), por toda a residência particular. Gosta de dormir em camas e
cadeiras, possuí livre acesso à todos os cômodos da casa. Convive bem e
socializa com mais 5 gatos, 4 humanos e 1 cachorro. Faz parte de sua rotina
matinal; comer, ser observado pela dona, que se preocupa em suprir suas
necessidades, e depois ser solto nos perímetros residenciais se o clima estiver
propício. Em dias de chuva fica acolhido com os outros gatos, no 1º andar da
locação. Local onde o experimento foi realizado. Foram 20 minutos de
observação; nos primeiros 5 minutos, fizemos a escolha dos comportamentos mais
apresentados para a aferição. Comer, olhar a porta, lamber as patas e caminhar.
Também foi apresentado o comportamento de
beber água, mas este não faz parte do estudo, pois o gato apenas olhou algumas
vezes para o recipiente da água. Sem realmente bebê-la.