sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Experimento 626

 Observação sem Inferências

  A proposta do professor de nossa formação acadêmica em psicologia foi a de fazermos o experimento conhecido como “Caixa de Skinner” para o aprendizado da teoria sobre o Behaviorismo. Está linha de pensamento que estuda comportamentos através de mecanismos observáveis, simples, e que vão ganhando complexidade com  os avanços de seus históricos estudos. O fundador da teoria é J. B. Watson, mas nós temos o conteúdo relevante de Skinner que trouxe a teoria novos pressupostos capazes de nos fazer pensar, e atuar diretamente, sobre seres para obter destes resultados esperados.

 O Behaviorismo evoluiu para uma teoria que difere de outras, pois, nos facilita o aprendizado e observação de animais, e sua gama de comportamentos, que podem ser esperados e mensurados. Por exemplo, para a adestração de cães, nos utilizamos de pressupostos do Behaviorismo (dar petiscos para as realizações de caninos é um tipo de reforço positivo). Neste trabalho reproduzimos o experimento com o rato. Fizemos fases desta testagem. No início, uma observação e mensuração de atividades de um gato escolhido previamente, tudo em grupo de quatro estudantes. Como pedido pelo ministrador da matéria do curso.

 Primeiramente, escolhemos um animal doméstico para iniciarmos os estudos, este nos auxiliou numa fase, não menos importante, que é apenas a observação, sem nenhum tipo de interferência no comportamento do animal. Poderia ser qualquer animal correspondente a sua Filogenética. O animal do estudo é um gato da raça Maine Coon (grande). Fizemos o melhor possível, pensando no manejo Ético de um animal doméstico, este possuí uma tutora que faz parte do grupo.

 Em segundo plano, pudemos nos utilizar de um programa de computador que é capaz de reproduzir o experimento clássico Skinneriano “Caixa de Skinner” com um rato albino de laboratório. Mas tudo apenas, digitalmente, porque o estudo e as análises dos estudiosos do Behaviorismo, estão gravadas na história do cientificismo, e não cabe mais na atualidade usar um animal vivo para sua análise. Por questões Éticas do manejo de um ser vivo. Já extraídos tudo que foi possível do estudo. Há um programa de computador que é capaz de ensinar e pôr em prática toda a gama de artifícios comportamentais de um rato, animal que possuí um leque de ações já esperadas diante de sua Ontogenia: “Sniffy Pro”.

 

Narrativa Descritiva

 “Hagrid Hodor” é um gato branco e marrom, possuí grandes olhos azuis, um pequeno parafuso dentro da mandíbula (por causa de um acidente, ele passou por uma cirurgia veterinária), é adotado, foi adquirido de outra família já adulto. Possuí hábitos simples, como comer, beber água, e passear todo o dia (apenas durante o dia), por toda a residência particular. Gosta de dormir em camas e cadeiras, possuí livre acesso à todos os cômodos da casa. Convive bem e socializa com mais 5 gatos, 4 humanos e 1 cachorro.  Faz parte de sua rotina matinal; comer, ser observado pela dona, que se preocupa em suprir suas necessidades, e depois ser solto nos perímetros residenciais se o clima estiver propício. Em dias de chuva fica acolhido com os outros gatos, no 1º andar da locação. Local onde o experimento foi realizado. Foram 20 minutos de observação; nos primeiros 5 minutos, fizemos a escolha dos comportamentos mais apresentados para a aferição. Comer, olhar a porta, lamber as patas e caminhar.

 Também foi apresentado o comportamento de beber água, mas este não faz parte do estudo, pois o gato apenas olhou algumas vezes para o recipiente da água. Sem realmente bebê-la.

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